segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Capacitação Profissional

Capacitar é tornar habilitado para o desempenho de uma função, é qualificar a pessoa para determinado trabalho.

A importância da capacitação profissional para a vida das pessoas, encontra-se na possibilidade de acesso as oportunidades de trabalho, que por sua vez, têm suas características modificadas a cada dia.

A capacitação não só dá condições para o exercício de determinadas profissões como também objetiva preparar para o mundo do trabalho, oferecendo a oportunidade de uma melhor adaptação ao mercado competitivo, uma vez que a pessoa deverá estar pronta, com hábitos e atitudes condizentes às exigências desse mercado.

Na capacitação objetiva-se que a pessoa se prepare tanto para o mercado de trabalho formal, como para o mercado informal, oferecendo-lhe as possibilidades e alternativas de trabalho e renda, por meio de opções de atividades que correspondam à realidade atualizada do mundo do trabalho.

No processo de capacitação, é importante que se trabalhe as habilidades básicas, específicas e de gestão, ou seja, além de aprender especificamente determinada profissão, a pessoa deverá ser estimulada a exercitar suas competências básicas, que trata de sua apresentação pessoal, aparência, auto-estima, comunicação, relacionamentos interpessoais, e sua capacidade de se auto gerir, tomar decisões, participar de trabalho em equipe, bem como do seu processo de desenvolvimento no trabalho.

Jogos Olímpicos de Inverno com medalhas de ouro, prata, bronze e lixo informático

É a primeira vez que as medalhas de uns Jogos Olímpicos incluem material reciclado, e já agora inesperado: ao ouro, prata e bronze com que vão ser distinguidos os melhores atletas mundiais juntaram-se este ano restos de circuitos eletrônicos e outro hardware desativado. A medida verde vai permitir ao Canadá aproveitar melhor as 140 mil toneladas anuais de lixo informático.

A iniciativa partiu da empresa Teck Resources, responsável pela extração dos materiais necessários para as 1000 medalhas que vão ser atribuídas na competição. A partir de computadores, monitores, impressoras e vidro aplicado em aparelhos informáticos conseguiram recolher alumínio, bronze, entre outros materiais.

As receitas tradicionais para as peças de 10 centímetros de diâmetro, seis milímetros de espessura e 500 a 576 gramas vêem-se então alteradas: a 1,5% do material usado na medalha de ouro passou a ser lixo, o mesmo para 1% das medalhas de bronze. O material onde há menor capacidade de adaptação é a prata, que conta apenas com pequenos vestígios de lixo informático.

Para fazer os prémios foram precisos 2,05 quilos de outro, 1.950 gramas de prata e 903 quilos de bronze. Serão entregues até 28 de Fevereiro. Para já a lista dos mais medalhados é encabeçada por Estados Unidos, com quatro medalhas, e Coreia, com duas.

O lado obscuro do lixo eletrônico

O lixo da revolução informática é reciclado em condições perigosas para a saúde humana e o meio ambiente.
BERKELEY.- Como no caso da promessa do uso pacífico do átomo, a esperança inicial era de que a revolução dos computadores acabasse com uma das pragas da primeira revolução industrial ao eliminar o problema dos rios e paisagens contaminadas pelo lixo produzido pelas fábricas. Mas esta revolução informática, apoiada por uma indústria silenciosa e limpa impulsionada por chips de silício, tem seu lado obscuro. Fora da vista e da repercussão pública, longe do opulento Ocidente, estão os lixões para centenas de milhões de computadores, televisores, telefones celulares, equipamentos estereofônicos, refrigeradores e outros aparelhos eletrônicos descartados com uma velocidade cada vez maior. O usuário médio de computadores nos Estados Unidos atualmente substitui seus equipamentos a cada 18 a 24 meses.
O lixo eletrônico constitui o problema de coleta de resíduos de maior crescimento no mundo. Desde os rincões industriais da China continental às regiões da Índia e do Paquistão em rápido processo de industrialização, uma ampla gama de aparelhos está sendo recebida e reciclada em condições que colocam em perigo a saúde dos trabalhadores, suas comunidades e o meio ambiente. A maior parte dos componentes destes aparelhos é recuperada por pobres catadores e vendida para sua reutilização. Mas durante o processo, eles e o meio ambiente ao seu redor estão expostos aos perigos provenientes do contato com metais pesados como mercúrio, chumbo, berílio, cádmio e bromato que deixam resíduos letais no corpo, solo e cursos de água.
Trata-se de um tipo de reciclagem que não é exatamente o que os consumidores têm em mente quando obedientemente depositam seus computadores no lixão local. Os especialistas industriais dizem que entre 50% e 80% do lixo eletrônico coletado para reciclagem acaba em barcos que se dirigem aos lixões de lixo eletrônico da Ásia, onde seus componentes tóxicos vão parar em correntes sangüíneas e cursos de água. Os governos e as companhias eletrônicas conhecem há muito tempo os perigosos efeitos desta reciclagem, como já assinalava em 1989 a redação da Convenção da Basiléia, um tratado internacional que se ocupa do comércio mundial de resíduos tóxicos. Em 1994, este tratado foi reforçado para proibir a exportação de todo lixo tóxico dos países ricos para as nações pobres, inclusive com o propósito de reciclá-los.
O único país desenvolvido que se recusou a ratificar a Convenção da Basiléia foram os Estados Unidos. Agora, como no caso de muitos acordos globais, o restante do mundo deixou de esperar que Washington conduza o processo para reduzir os perigos derivados do lixo eletrônico e tomou a iniciativa em suas mãos. Por exemplo, a União Européia já colocou em vigor a Convenção da Basiléia e proíbe em todos os casos a exportação de lixo perigoso para os países em desenvolvimento. E mais importante ainda, a UE prepara uma série de regras que incluem a exigência de as indústrias eletrônicas que venderem aos 25 integrantes do bloco assumam a responsabilidade por todo o ciclo de vida de seus produtos.
Por outro lado, alguns especialistas inovadores estão propondo que tanto os fabricantes quanto os consumidores pensam em seus computadores e outros aparelhos eletrônicos não tanto como produtos para serem vendidos e comprados, mas como serviços a serem utilizados durante tempo mais prolongado do que os atuais. Mas o que aconteceria se comprássemos dos fabricantes “caixas” básicas contendo os componentes centrais e que, por sua vez, os produtores, como parte de um acordo de serviço a longo prazo, garantissem a manutenção regular da máquina e instalassem nela dispositivos mais modernos quando estes estiverem disponíveis? A “expectativa de vida” dos computadores se estenderia, então, para cinco anos ou mais. Para adotar tal enfoque seria necessário adiar indefinidamente a estratégia de sobrevivência dos fabricantes de planejar a obsolescência a curto prazo de seus produtos e de condicionar a preferência dos consumidores por incessantes novidades em seus equipamentos eletrônicos.

Greenpeace alerta para lixo eletrônico provocado pelo Windows Vista

O grupo ambientalista Greenpeace alertou para a possibilidade de que o lançamento do novo sistema operacional da Microsoft, o Vista, cause uma "inundação" de lixo eletrônico ("e-lixo") nos países em desenvolvimento.

Segundo o Greenpeace, muitas empresas e famílias "sentirão a necessidade de atualizar seus computadores muito antes do que previam, e o mundo não estará, infelizmente, preparado para o e-lixo em massa provocado pelos upgrades".

O comunicado divulgado em Manila prevê o acúmulo de grandes quantidades de computadores defasados em "áreas sujas de reciclagem" nas Filipinas, Tailândia e outras nações da Ásia, onde fica a maioria dos depósitos de e-lixo do mundo.

"As políticas ambientais atuais das companhias de informática não são suficientes para as crescentes montanhas de lixo eletrônico tóxico, derivadas de componentes de computadores", diz a nota.

O Greenpeace acrescenta que a Microsoft deveria ter levado em conta essas conseqüências e preparado medidas para reduzir o problema da obsolescência. "A inovação não deveria se traduzir num aumento da poluição", opina.

Segundo um estudo da SoftChoice Corporation citado pelo Greenpeace, 50% dos computadores pessoais nos países em desenvolvimento não são capazes de usar o Vista. O número aumenta para 94% no caso da versão Premium do sistema.

e-lixo

Existe até um nome para esse tipo de sujeira: e-lixo, o lixo eletrônico. São os entulhos de computadores velhos abandonados ao ar livre. E haja lixo. São 20 milhões de toneladas de detritos no mundo inteiro, estima reportagem da revista Business Week.

Esse acúmulo tende a aumentar. Segundo dados do Greenpeace, em 1997 a vida útil de um computador pessoal era de seis anos - em 2005 era de dois anos. O tempo diminui devido à corrida tecnológica.

Qual é o risco oferecido por essa sujeira? Além do aspecto degradante, as peças possuem substâncias tóxicas, como chumbo, níquel, arsênico e mercúrio, que ameaçam a água, o solo e o ar.

No Brasil a situação não é muito diferente. Segundo o UOL, diversos terrenos na Cracolândia, bairro degradado da zona central de São Paulo, estão atulhados de computadores relativamente novos.

Em Santa Ifigênia, pedaço central da cidade, ponto de comércio de aparelhos eletrônicos, os lojistas tentam comercializar computadores antigos, em perfeito estado, mas sem valor de mercado.

O destino dessas máquinas acaba sendo os lixões. As empresas tentam mudar a imagem de poluidoras. A Dell prometeu não utilizar substâncias tóxicas até 2009, além de plantar uma árvore para cada novo computador vendido. HP, Sony, Toshiba e Apple se comprometeram a criar programas de reciclagem.

A substituição das partes não-biodegradáveis por materiais menos poluentes é outra alternativa, mas está longe de ser viabilizada com a tecnologia atual. Isso também elevaria o preço do produto - e nenhum consumidor quer arcar com os custos.

sábado, 28 de agosto de 2010

Tudo é possível àquele que crê

Você é uma pessoa otimista? Acredita que tudo pode se resolver com esforço, calma e perseverança?

Ou você de cara já desacredita de muitas coisas? Acha que existem muitas situações contra as quais não adianta lutar?

O Apóstolo Marcos registrou em seu Evangelho que tudo é possível ao que crê. Será mesmo?

Narra uma antiga lenda que, na Idade Média, havia um homem extremamente religioso. E que naquela ocasião acontecera um crime bárbaro que agitou a cidade. Uma mulher fora brutalmente assassinada.

O autor era uma pessoa influente do reino. Por isso mesmo, logo se tratou de procurar alguém em quem pudesse ser colocada a culpa.

O homem religioso foi o escolhido e levado a julgamento. Ao ser preso, ele pressentiu que não poderia se salvar. Seu destino seria a forca. Tudo conspirava contra ele.

Sabia que o desejavam culpar. O próprio juiz estava com tudo acertado para simular um julgamento e o condenar.

Resolveu orar, rogando socorro e inspiração para enfrentar o interrogatório e sair-se bem.

Em certo momento, o juiz lhe propôs o seguinte: Por ser um homem de profunda religiosidade, vou deixar que o Senhor Deus decida o seu destino.

Vou escrever em um pedaço de papel a palavra “culpado” e em outro a palavra “inocente”. Você sorteará um dos papéis. O que você escolher, será o seu veredito. Deus decidirá a sua sorte.

O pobre homem suou frio. De imediato ele percebeu que uma armadilha lhe estava sendo preparada. Naturalmente, o juiz, que o desejava condenar, prepararia os dois papéis com a mesma e única palavra: culpado.

Como ele poderia se salvar? Não havia alternativa. Nenhuma saída.

O juiz, finalmente, colocou os dois papéis sobre a mesa e mandou o acusado escolher um deles. Um enorme silêncio se fez na sala.

Podia-se ouvir a respiração acelerada do acusado. Todas as cabeças presentes se voltavam para ele, à espera da sua escolha. Sua decisão.

O homem pensou alguns segundos. Depois, aproximou-se confiante da mesa, estendeu a mão e pegou um dos papéis. Rapidamente o colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram indignados com a atitude dele.

Como saber agora qual o seu veredito?

Simples, respondeu ele. Basta olhar o outro pedaço de papel. O que sobrou em cima da mesa. Naturalmente, aquele que eu escolhi e engoli é o contrário.

Imediatamente, o homem foi libertado.

Aqui começa uma nova história!!!

Parece mentira mas hoje tivemos uma sinalização positiva do Sr. André Mônica, e iniciaremos o nosso projeto o quanto antes................